Comemoração do dia mundial das Bibliotecas Escolares

A presença dos declamadores/pensadores, António Sousa e Ivo Machado proporcionou-nos lindos momentos de fruição, através de palavras ditas e lidas de poetas de todos os  tempos... 

 


Prémio Nobel da Literatura


Mo Yan
Escritor chinês distinguido com o Prémio Nobel da Literatura 2012
O Comité Nobel diz que escolheu Mo Yan por ter uma escrita única na forma como conta a história do seu país, no século XX, através da vida dos camponeses.

Prémio Escola na Europa 2011/2012



À conversa com o Eurodeputado



José Manuel Fernandes

A visita do Eurodeputado José Manuel Fernandes, à nossa escola, esteve relacionada com o projeto desenvolvido com alguns alunos das turmas 8ºA e B e 9ºC e D, aquando do Concurso “Prémio Escola na Europa”.
O Eurodeputado travou um diálogo franco com os alunos presentes, salientando a importância da União Europeia, enquanto coesão necessária na resolução de problemas económicos, financeiros, ambientais, sociais e políticos.

Os alunos expuseram as suas dúvidas sobre o futuro profissional. A estas, o Sr. Eurodeputado respondeu, explicando que é necessário haver mobilidade dentro da Europa e que os meios de comunicação encurtam distâncias, aproximam as pessoas, isto é, eliminam barreiras temporais e espaciais.

Aluno do 8ºano

Hoje, além de sermos portugueses também somos cidadãos europeus: uma vantagem que deverá ser repensada; esta vantagem contempla os fundos financeiros europeus disponíveis a aplicar de um modo racional e em projetos que visem a criação de emprego, o crescimento económico das empresas e das associações, porque é urgente sermos um país com sustentabilidade económica.

(Atividade desenvolvida em articulação direta com a Biblioteca escolar)



                                                                                A coordenadora do projeto: Fátima Morais

LÊ MAIS.


Nos momentos de lazer, vou LER +, por isso requisito livros durante as férias grandes.

EXPOSIÇÃO alusiva às danças e à música...


Estes vestidos representam um tempo, uma época, um estilo, uma tendência: a moda com o "rodar" dos anos.
Nesta exposição, patente na Biblioteca escolar, podemos observar um belíssimo trabalho realizado entre pais e alunos, a partir dos conhecimentos adquiridos nas aulas de música, do 3º ciclo.
Algumas peças expostas falam-nos de tempos que datam da antiga Grécia.

VISITA esta exposição até dia 29 de junho.

MARATONA da LEITURA


Alunos do 4º ano visitam a BE e participam na atividade "Maratona da Leitura".


Um trabalho de grupo bem sucedido.


Beethoven

O génio da música

Estava um silêncio fora do habitual no pátio das galinhas e Cecily Fischer, a irmã do padeiro, olhou à sua volta desconfiada. Nesse momento, as galinhas começaram a cacarejar de medo. Cecily atravessou depressa o terreiro e escancarou a porta do galinheiro.

— Ludwig! Ora bem! Agora sei quem é que tem andado a roubar-me os ovos!

— Não, não, Menina Fischer — mentiu o rapazinho. — O Kaspar atirou o meu lenço aqui para dentro e eu vim buscá-lo!


 
Ludwig van Beethoven vivia com o seu pai, mãe e os dois irmãos, Kaspar e Nikola, na casa do padeiro, no nº 934 da Rheingasse, em Bona, na Alemanha. Em 1774, era um rapazinho todo enxovalhado, de quatro anos de idade, com cabelo despenteado e unhas sujas. Ludwig ia à escola com os seus irmãos mas detestava as aulas. Estudava Francês, Italiano e Latim, mas tinha notas muito baixas. Na Matemática, era tão fraco na multiplicação que, se tinha de calcular quantos eram três vezes quatro, escrevia três quatros e adicionava-os!

O Kaspar e o Nikola eram muito bons alunos. Mas, quando se tratava de Música, ninguém era tão brilhante aluno como Ludwig! Quando começou a tocar cravo era tão pequeno que tinha de se pôr de pé num banco para chegar ao teclado. Também aprendia a tocar violino. O seu pai, Johann, era cantor. Foi ele quem lhe deu as primeiras lições, mas era muito severo: ao chegar a casa, já tarde na noite, ia tirar Ludwig da cama para praticar. E quando este tentava tocar de memória, o pai ficava muito zangado!

— Que asneirolas estúpidas estás para aí a arranhar? — gritava. — Toca pela pauta, caso contrário nunca serás um músico a sério!

Por vezes, quando o pai estava com visitas, Ludwig aproximava-se à socapa do cravo e tocava alguns acordes. Nessas ocasiões, Johann perdia as estribeiras:

— O que estás aqui a fazer? Vai-te embora se não queres levar um puxão de orelhas!

Mas até mesmo o seu mal-humorado pai tinha de admitir que o filho estava a fazer grandes progressos. Em pouco tempo, o rapazinho já andava a aprender a tocar viola e órgão. E já era muito melhor músico do que ele! Quando fez sete anos, o pai decidiu que era chegada a altura de Ludwig dar o seu primeiro concerto. Ouvira contar como, alguns anos antes, Leopold Mozart tinha levado em digressão Wolfgang, o seu filho genial, que tinha dado uma série de concertos.

— Ludwig também há de ganhar dinheiro! — disse ele.

O concerto realizou-se em 26 de Março de 1778. Todos os anúncios diziam que o rapaz tinha apenas seis anos de idade. Johann mentiu quanto à idade do filho para que as pessoas pensassem que Ludwig era tão esperto como Wolfgang Mozart.

Johann estava a fazer um buraco num ovo! Ludwig fez uma careta de nojo enquanto observava o pai a sorver o ovo cru e depois comer duas ameixas secas!

— Vai cantar hoje à noite — pensou Ludwig.

O seu pai comia sempre ovo cru e ameixas secas antes de cantar.

— Dá-me frescura à voz! — dizia ao seu jovem filho.

Quando começou a crescer, Ludwig apercebeu-se de que quase toda a gente que ele conhecia estava ao serviço do Arcebispo de Colónia. A vida no palácio do Arcebispo era muito faustosa, porque o Arcebispo era uma pessoa importante. Foi um dos poucos “Eleitores” que escolheram um novo imperador quando morreu o velho. Adorava boa comida, a caça e a música. O Eleitor tinha a sua própria orquestra. O avô de Ludwig tinha sido o seu kappelmeister — mestre de capela — o chefe dos músicos da corte. O sonho de Johann era que Ludwig viesse também a ser kappelmeister.

Quando Ludwig tinha dez anos, Christian Gittlob Neefe passou a ser o novo organista do Eleitor. Este óptimo músico apercebeu-se de que Ludwig era um génio com necessidade de um professor calmo e compreensivo que o animasse a compor. O senhor Neefe não tardou a declarar que o rapaz era “um jovem génio de talento muitíssimo promissor. Certamente tornar-se-á um outro Wolfgang Mozart se continuar como começou!”. E assim o Senhor Neefe nomeou Ludwig seu organista assistente.

— É altura de ir para o andar de cima, Mamã!

Os meninos estavam todos excitados. Era o aniversário da mãe e todos os anos o celebravam com um concerto. Enquanto a Mãe estava a descansar, punham uma cadeira especial debaixo de um dossel e decoravam-na com folhas e flores. Por volta das dez horas estava toda a gente pronta e os músicos começavam a afinar os seus instrumentos.

— Já aí vem! Todos calados!

A Mãe desceu as escadas. Estava linda. Johann conduziu-a à sua cadeira especial. Os músicos começaram a tocar e o som da música maravilhosa espalhava-se pela vizinhança. Após o concerto, comeram e beberam. Depois, todos tiraram os sapatos e dançaram em meias, para não incomodar os vizinhos que estavam a dormir.

Ludwig estava sentado à janela do seu quarto, que dava para o terreiro. À sua frente encontravam-se os manuscritos das suas primeiras composições musicais importantes. Eram três sonatas para cravo. Tinha-as trabalhado durante várias semanas, reescrevendo longas passagens até finalmente se dar por satisfeito. Escreveu a dedicatória: A Sua Eminência o Arcebispo Eleitor de Colónia, meu gracioso Soberano, composto por Ludwig van Beethoven, aos onze anos de idade.

— Tragam-me a lista de todos os músicos da minha orquestra!

Em 1784, havia um novo Eleitor em Bona. O Arquiduque Maximiliano era irmão do Imperador. Era um homem muito gordo que gostava de boa comida e de boa música.

— O que é isto? Johann van Beethoven tem uma voz já muito gasta! Dizes que o seu filho Ludwig é ainda jovem, mas muito capaz. Toca órgão, é? Estou desejoso de o ouvir a tocar!


Ludwig já não andava todo enxovalhado! Agora que era músico da corte, tinha de parecer muito arranjado e limpo. Usava uma casaca elegante, calções pelos joelhos, meias de seda, sapatos com laçarotes e um colete bordado com bolsos, que apertava com cordão de oiro genuíno. Tinha o cabelo aos caracóis dos lados e rabo-de-cavalo atrás. Até tinha uma espada num cinto de prata, que usava em ocasiões especiais.

Aos 16 anos, o Senhor Neefe decidiu que ele iria estudar com Mozart em Viena. Após uma longa viagem, Ludwig Beethoven chegou a Viena em 7 de Abril de 1787. Alguns dias mais tarde encontrou-se com Mozart, que o convidou a tocar. Ludwig sentou-se ao cravo e tocou maravilhosamente. Mas Mozart não parecia muito impressionado.

— Bom, preparou bem essa peça — disse, num tom bastante frio.

— Posso fazer muito melhor do que isto! — gritou Ludwig.— Dê-me uma melodia e mostrar-lhe-ei o que posso fazer com ela!

Os dedos de Ludwig voavam sobre o teclado. Estava a tocar para o grande Wolfgang Mozart. Transbordava de inspiração. A melodia simples que Mozart lhe sugerira tornou-se uma obra-prima quando Beethoven a transformou numa composição maravilhosa. Mozart estava enlevado. Por fim, foi ter com uns amigos que estavam na sala ao lado.

— Aquele é Ludwig van Beethoven — disse. — Um dia, todo o mundo falará dele.

Ludwig van Beethoven tornou-se um dos compositores mais importantes de todo o mundo. Compôs mais de 600 peças, incluindo 9 sinfonias, cinco concertos para piano, um concerto para violino, uma ópera, 32 sonatas para piano e muitos quartetos de cordas, trios e obras de música coral. Mas Beethoven compôs muitas destas obras-primas depois de ficar surdo. Entre as suas composições encontram-se a “Sonata ao Luar”, a Sinfonia “Pastoral” (nº6) e o “Hino da Alegria”, da sua Sinfonia nº 9.



Ludwig van Beethoven morreu em 1827.


Ann Rachlin; Susan Hellard


Beethoven


Porto, Campo das Letras, 1997


(Adaptação)

"O galo canta e a galinha cacareja"

Trabalho dos alunos de 5º e 6º anos na disciplina de E.V.T.

PLANETA COR DE ÁGUA

EXPOSIÇÃO

A exposição, intitulada "Planeta cor de água", está patente há longos dias consecutivos na Biblioteca escolar, tendo sido promovida pelo grupo disciplinar de Ciências Naturais e da Natureza.
As visitas, à exposição, têm sido acompanhadas pelos docentes e os alunos têm de responder a um questionário muito interessante, que os leva a observar, com muita atenção, quer as imagens (texto icónico), quer a leitura dos textos escritos (ou linguísticos).
Os alunos vão usufruindo das informações/ conhecimentos que esta exposição lhes faculta, no acesso a um domínio/ controlo mais eficaz acerca de um bem essencial à vida de todos os seres vivos.

EXPOSIÇÃO

DIA DA UNIÃO EUROPEIA - 9 de maio.

       Quantos professores encontras nesta imagem?

Este dia comemorativo, festivo, lúdico e multicultural, juntou, frente à escola sede, alunos e professores para assistirem ao içar das bandeiras: a europeia e a portuguesa, momento em que foram cantados os hinos europeu e português.

Na Biblioteca escolar, decorreu uma palestra  sobre a importância de existir uma unidade entre os 27 países da Europa e sobre a forma diplomática como resolvem os problemas, que em outros tempos gerariam uma guerra.

Os crepes foram um sucesso...
 Neste espaço, também esteve patente uma exposição com trabalhos dos alunos.

Dia da Árvore

A  árvore
(Resumo do conto de Sophia de Mello B. Andersen)
Sophia
        Numa das ilhas do arquipélago do Japão, existia uma árvore enorme. Nas tardes de verão, as pessoas iam para a sua sombra sentir a brisa fresca que a rodeava.
         Com o passar do tempo, a árvore, que era tão grande, já não cabia naquela ilha, por isso os habitantes reuniram-se para resolver aquele problema, chegaram à conclusão que era necessário cortá-la.
        A bela árvore teria de ser cortada! Os habitantes ficaram muito tristes.
        A madeira das hastes da árvore foi distribuída por todos os habitantes da ilha, para ficarem com uma pequena recordação, ao construírem ou ao mandarem construir pequenos objetos.
        Pouco tempo após, a notícia espalhou-se e, à ilha, chegaram viajantes que queriam a madeira da árvore para construir barcos, mas aquela gente não aceitou.


   O Barco 
         
        Eles resolveram construir um grande barco que os tornou ricos, porque se tornaram comerciantes.
        A árvore deu-lhes muitas riquezas e os habitantes daquela ilha souberam aproveitá-las.

Nome: Mariana Neves, nº13, 6ºG (Língua Portuguesa)

DIA da MÃE

Oficina de escrita
Comemoração do Dia da Mãe


Exposição de trabalhos na BE
Esteve patente, junto à Biblioteca escolar, uma exposição de trabalhos artesanais que se uniu à escrita. Os alunos elaboraram textos manuscritos que foram expostos na primeira semana de maio com o intuito de celebrar o Dia da Mãe.
Alguns alunos escreveram textos como: “Querida Mãe/ És a flor do meu jardim/ O meu anjo da guarda/ Um coração sem fim/ Dentro de mim!.” (Cláudia 5ºB)
“Mãe, sempre te adorei/ És a chave do meu coração/ Eu sempre te amarei!” (Daniela, 5ºB)
“Querida mãe!/ És o rubi do meu coração/ És uma flor de encantar…” (Rafaela, 5ºB)
“Mãe, mãezinha/ Pinto-te numa tela/ Com o teu retrato lindo/ florida e bela!” (Andreia Dias, 6ºG)
“ Mãe, eu adoro-te/ Adoro-te do fundo do coração/ Nele, viverás comigo para sempre!” (Nuno, 5ºC)
“Querida Mãe, adoro-te!/ Adoro o teu amor/ Amor que me dás/ E que mostro nesta flor.” (Marco, 5ºD)
“You are beautiful/ you are de best/ Mother of the world” (7ºE)
“Mother, are our friends in good/ and bad moments/ They are special.” (7ºB)

Encontro com Richard Towers


No dia 3 de maio, pelas 15:15, a Biblioteca escolar recebeu RICHARD TOWERS. Os alunos do 9º ano ficaram presos às palavras e aos acordes do artista, músico/ escritor.

Tudo começou quando a música, pela sua força, o levou às histórias, à ficção e ao ato de criar, acrescentando mais vida à própria vida, através das personagens que vão nascendo no texto...

Ser escritor é ser Mágico: controla o Tempo, pode rever-se nos Reflexos das suas personagens - um verdadeiro jogo, O Desafio.

O livro objeto
O momento dos autógrafos é uma espécie de compromisso entre o texto, o escritor e o leitor.

 Um livro autografado será sempre um livro especial!

Teresa Soares


António Fonseca trouxe-nos "Os Lusíadas" ...

                                Entrevistado na Biblioteca

No passado dia 26 de abril, o ator António Fonseca esteve na Escola EB 2,3 de Celeirós, numa atuação com um reconto extraordinário da antologia dos cinco primeiros Cantos de Os Lusíadas. A iniciativa, da responsabilidade do grupo de Língua Portuguesa, proporcionou um momento inesquecível a todos os alunos do 9ºano, que numa perspetiva única tiveram o privilégio de assistir a uma análise da obra diferente da que já tinham feito, nas aulas de Língua Portuguesa.

                      No seu modo teatral, criou entusiasmo em toda a plateia

Durante duas horas, António Fonseca disse, de memória, algumas estâncias de Os Lusíadas, interpretando os seus personagens, relatando momentos e explicando passagens, sensibilizando os alunos para uma obra grandiosa que faz parte do imaginário coletivo e que revela o fascínio de uma viagem pelo desconhecido. A atuação de António Fonseca “prendeu “os alunos a um texto, de difícil leitura e interpretação , apenas interrompida pelas explicações do ator que provocaram um misto de sensibilização e consciência do valor de tão grandiosa obra e os seus apartes eloquentes e divertidos. Foram momentos únicos de extasiado silêncio que levaram os alunos a repensar Os Lusíadas de uma outra forma e a quererem ouvir mais ,mas como disse António Fonseca “Só no dia 9 de junho , em Guimarães”. Numa performance magnífica, António Fonseca deixou na memória de todos os que tiveram o privilégio de o ouvir, um espetáculo magistral.

Profª Aurora Oliveira

VII Fórum - "A Biblioteca Hoje - Que Desafios?"

Vergílio Alberto Vieira (escritor), Fernando Pinto do Amaral (comissário do PNL),  Aida Alves (coordª da BLCS) e Sara Reis (docente de Lit. para a Infância da UM)


          Na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, nos dias 27 e 28 de abril, decorreu o VII Fórum, sobre os desafios atuais da Biblioteca.
          Foram 15 horas de trabalho agradabilíssimo; de convívio, de partilha de conhecimentos, num ambiente que chegou a ser artístico: onde não faltaram os violinos e o violoncelo e a apresentação do livro "O Momento da Rosa" (uma obra de crítica literária) de Vergílio Alberto Vieira.
          O Fórum centrou-se no leitor, na escrita e nas tecnologias de vanguarda.
          

O Homem da Nuvem Escura, de Inês Vinagre


No dia 24 de abril


Inês Vinagre, dando autógrafos.


O público da 2ª sessão com a escritora.

     No dia 24 de abril, entre as 14 e as 16 horas, Inês Vinagre, a convite da Biblioteca escolar, esteve presente na EB 2,3 de Celeirós para promover a leitura através do seu livro mais premiado.
     Muitos alunos, conhecedores da sua obra, apresentaram questões de interesse; questões que promoveram, junto de todos, a reflexão, abrindo caminho a um pequeno debate sobre os sentidos, sobre a existência humana, sobre a importância do SER.
     Na mesa, brilhava uma MAÇÃ vermelha, "caída naquele momento do próprio livro!": uma maçã fruto de um trabalho em contexto sala de aula, após a leitura da história O Homem da Nuvem Escura.


Este álbum de grande qualidade gráfica leva-nos numa viagem às Casas onde viveram alguns dos mais importantes escritores portugueses. Ao abrir este livro podemos participar um pouco no quotidiano de trabalho ou de lazer de autores como Eça de Queirós, Teixeira de Pascoaes, Miguel Torga, Guerra Junqueiro, etc.

CONVITE - Maria de Menezes ao Piano

O Homem da Nuvem Escura de Inês Vinagre

Inês Vinagre é a autora do mais recente fenómeno da literatura infantil em Portugal,


Nasceu em Lisboa em 1983 e possui uma licenciatura em Ensino Básico - 1º Ciclo e uma especialização em Associativismo e Animação Socio-Cultural, pela Universidade do Minho.

Nos últimos anos, a sua prática docente tem incidido, de modo particular, no trabalho de apoio educativo e de combate ao insucesso escolar junto de alunos de Língua Portuguesa Não Materna e de crianças com dificuldades de aprendizagem e em situações de risco social.


A autora já foi distinguida, com dois dos seus contos anteriores, pelo Prémio Juvenil Ferreira de Castro e pelo Prémio Jovens Criadores.

Richard Towers





A árvore generosa

A árvore Generosa

 Era  uma vez uma árvore… que amava um menino.
E  todos os dias o menino vinha, juntava as suas folhas e com elas fazia coroas,  imaginando ser o rei da floresta.
Subia  o seu tronco, balançava-se nos seus ramos, comia as suas maçãs, brincavam às  escondidas e quando ficava cansado, dormia à sua sombra. O menino amava aquela  árvore… como ninguém.
E  a árvore era feliz.
Mas  o tempo passou. O menino cresceu.
E  a árvore ficava muitas vezes sozinha.
Um  dia o menino veio e a árvore disse-lhe:
—  Anda, menino. Anda subir o meu tronco, balançar-te nos meus ramos, comer maçãs,  brincar à minha sombra e ser feliz.
—  Já sou muito crescido para brincar — disse o menino. — Quero comprar coisas e  divertir-me. Quero dinheiro. Podes dar-me algum dinheiro?
—  Desculpa — disse a árvore. — Eu não tenho dinheiro. Só tenho folhas e maçãs.  Leva as minhas maçãs, menino. Vende-as na cidade. Então terás dinheiro e serás  feliz.
E  assim, o menino subiu o tronco, colheu as maçãs e  levou-as.
E  a árvore ficou feliz.
Mas  o menino ficou longe da árvore durante muito tempo...
E  a árvore ficou triste outra vez.Até  que um dia o menino regressou e a árvore, estremecendo de alegria,  disse:
—  Anda, menino. Anda subir o meu tronco, balançar-te nos meus ramos e ser  feliz.
— Estou muito ocupado para subir a  árvores — respondeu o menino. — Eu quero uma casa para viver. Quero uma  mulher e filhos. Para isso preciso de uma casa. Podes dar-me uma  casa?
—  Eu não tenho casa — disse a árvore. — A floresta é o meu abrigo. Mas corta os  meus ramos e constrói a tua casa. Então serás feliz.
O  menino assim fez.
Cortou  os ramos e levou-os para construir uma casa.
E  a árvore ficou feliz.
Mas,  uma vez mais, o menino separou-se da árvore e quando voltou, a árvore sentiu-se  tão feliz que mal conseguia falar.
—Anda, menino —sussurrou ela.— Anda  brincar.
—Estou velho e triste demais para brincar —explicou o menino.— Quero  um barco que me leve para bem longe daqui. Podes dar-me um  barco?
—  Corta o meu tronco e faz um barco — disse a árvore. — Assim poderás viajar para  longe… E ser feliz.
O  menino cortou o tronco, fez um barco e partiu.
E  a árvore ficou feliz…
Mas  não muito.
Muito  tempo depois, o menino voltou novamente.
—  Desculpa, menino — disse a árvore. — Nada mais me resta para te dar.  As  maçãs já se foram.
—  Os  meus dentes são fracos demais para maçãs —  explicou  o menino.
—  Já  não tenho ramos —  lamentou  a árvore.
—  Também  já não tenho idade para me balançar em ramos —respondeu o menino.
—  Não  tenho tronco para subires —  continuou  a árvore.
—  Estou  muito cansado para isso —disse o menino.
—  Desculpa  —  suspirou  a árvore. —  Gostava  de ter algo para te oferecer... mas nada me resta. Sou apenas um velho toco.  Desculpa...
—  Já  não preciso de muita coisa —acrescentou o menino. —  Só  um lugar sossegado onde me possa sentar e descansar. Sinto-me muito  cansado.
—Pois bem —respondeu a árvore, endireitando-se o mais possível. —  Um  velho toco é ótimo para te sentares e descansar. Anda, menino. Senta-te.  Senta-te e descansa.
E  foi o que o menino fez.
E  a árvore ficou feliz.

Shel  Silverstein
A  Árvore Generosa
Figueira  da Foz, Bruaá editora, 2009

ANTERO de QUENTAL


A um poeta

 
Tu, que dormes, espírito sereno,

Posto à sombra dos cedros seculares,

Como um levita à sombra dos altares,

Longe da luta e do fragor terreno,



Acorda! é tempo! O sol, já alto e pleno,

Afuguentou as larvas tumulares...

Para surgir do seio desses mares,

Um mundo novo espera só um aceno...



Escuta! é a grande voz das multidões!

São teus irmãos, que se erguem! são canções...

Mas de guerra... e são vozes de rebate!



Ergue-te pois, soldado do Futuro,

E dos raios de luz do sonho puro,

Sonhador, faze espada de combate!



Antero de Quental





Ida ao teatro -O REI MENINO de António Torrado

 No dia 16 de março, pelas 11 horas, o 6º G foi assistir à peça “O Rei menino” de António Torrado, no Theatro Circo. Para muitos, foi uma novidade por inteiro, um fascínio entrar naquele espaço deslumbrante, clássico e único, existente na nossa cidade. Esta ida ao teatro representou enriquecimento cultural e social. O 6ºG foi conduzido para uns camarotes, onde princesas e príncipes, reis e rainhas de outros tempos estiveram para assistir, provavelmente, a uma ópera. Os alunos apreciaram muito esta ida ao teatro. Quanto à peça a que assistiram, muitas foram as questões levantadas por eles para melhor compreenderem a mensagem que veiculava. LP, 6ºG


Isilda Miranda


Hoje, connosco, Isilda Miranda promete encantar a Gente da nossa terra.

O dia internacional da mulher - 8 de março

As imagens convidam à leitura.

Momento da expressão escrita.

O dia internacional da mulher está a ser comemorado na Biblioteca escolar com uma exposição alusiva a muitas figuras femininas de relevo internacional. As imagens e respetivas biografias levam à leitura e à escrita, pois os leitores são convidados a preencher uma ficha inquérito, onde assinalam as três figuras que mais admiram.

BRAGA a LER+ , CONCURSO CONCELHIO DE LEITURA

BONS LEITORES
(Luís, Diana, Eva, Paula e Ana Filipa, na BLCS)


A Diana da EB1 de Figueiredo (a menina de fatinho rosa) foi à final, à prova oral, e ganhou uma menção honrosa.

A Eva do 5ºB foi à final, à prova oral, e venceu: obteve o 1ºlugar entre todos os alunos daquele ano de escolaridade e concorrentes do concelho de Braga.



NO DIA MUNDIAL do PENSAMENTO, dia 26 de fevereiro

Vera, ex-aluna da EB 2,3 de Celeirós.

          As Guias de Portugal, companhia de Celeirós, pensaram reutilizar os pacotes de leite, "poupando o ambiente". O resultado está na imagem da noiva que desfilou no tapete vermelho da "fama", do sucesso e do encanto! As Guias de Portugal, companhia de Celeirós, continuam a mostrar bons resultados com as suas iniciativas. Reuniram, inclusivamente, o público jovem numa tarde de domingo, onde o Sol marcou presença.

Hans Christian Andersen

Os namorados
        Era uma vez um menino e uma menina que passavam o dia a ouvir histórias e então o senhor que lhes contava histórias disse:
         - Hoje, a história é um bocado triste.
         O conto começou assim:
         Era uma vez uma menina e um menino que gostavam de brincar à bola; a bola deles chamava-se Martina.
         Os meninos mandavam-na para o telhado onde estava lá o Sr. Setvenson, uma andorinha bem vestida e muito vaidosa a quem Martina amava.
         Enquanto os meninos brincavam à bola, espreitavam à porta o Charlie e o seu amigo.
         Uma pequena boneca chegou e perguntou ao Charlie se queria dar um passeio com ela. Ele disse-lhe que não; a boneca ficou zangada e depois propôs ao amigo dele que aceitou. Eles brincaram, brincaram e o Charlie continuava a olhar para a Martina.
Charlie ia todos os dias perguntar à Martina se queria ir dar um passeio.
Ela rejeitava-o!
No dia seguinte, os meninos voltaram a jogar à bola, mas perderam-na.
Passaram 30 anos.
Os meninos já tinham casado e um dia tiveram um filho.
O menino, filho dos meninos crescidos, não sabia brincar com piões que neste caso era o Charlie. Ele lançou o Charlie com tanta força que foi ter a um pipo onde caía a água.
E lá estava ela, Martina, escondida, muito velha e cheia de lixo.
Ele perguntou-lhe por que é que ela o rejeitava, quando era jovem?
Ela não respondeu.
O menino foi chamar o pai e o pai tirou do pipo o Charlie e encontrou Martina, dizendo ao filho que era o brinquedo preferido dele quando era pequeno, pousando-a, de seguida, no peitoril da janela.
Margarida Fernandes Meira, Nº10, 6ºG

14 de fevereiro - Dia dos Namorados

Com os motivos minhotos


Os lencinhos dos namorados


Oficina de escrita suspensa: " O coração dos corações"


Os alunos abraçaram esta atividade desde o dia 9 de fevereiro.


OBRAS a LER

Obras a ler para a 2ª fase do Concurso Concelhio de Leitura

BRAGA a LER+ 2012 (2ª edição)













                                                                             
                                                                            
3º ano: O Homem da Nuvem Escura, de Inês Vinagre
4ºano: Um Chá não toma Um Xá, de Sérgio Guimarães de Sousa
5ºano: Alhos com bogalhos (in Brincalendo), de Mª do Céu Nogueira
6ºano: "O Jantar Chinês", "O sonho de Sally" e "Luar de Janeiro", de Mª Ondina Braga

(Procura estas obras na tua Biblioteca)