PONTUAÇÃO

FORMAÇÃO CÍVICA - NET SEGURA

O 123º Aniversário de FERNANDO PESSOA

ESTÁTUA DE PESSOA FRENTE À BRASILEIRA, NO CHIADO, em Lisboa.
Aqui, podemos tomar um café com o poeta.

Curiosidades


  • Numa tarde em que José Régio tinha combinado encontrar-se com Pessoa, este apareceu, como de costume, com algumas horas de atraso, declarando ser Álvaro de Campos e pedindo perdão por Pessoa não ter podido comparecer ao encontro.
  • Fernando Pessoa trabalhava como correspondente comercial, num sistema que hoje denominamos free lancer. Assim, podia trabalhar apenas dois dias por semana, dedicando os demais, exclusivamente, à sua grande paixão: a literatura.
  • A poetisa, professora e jornalista brasileira Cecília Meireles veio a Portugal em 1934, para proferir conferências na Universidade de Coimbra e na Universidade de Lisboa. Um grande desejo seu era conhecer o poeta, de quem se tinha tornado admiradora. Através de um dos escritórios para os quais Fernando Pessoa trabalhava, conseguiu comunicar com ele e marcar um encontro para o meio-dia, mas esperou inutilmente até às duas da tarde sem que Pessoa desse um ar da sua graça. De regresso ao hotel, Cecília teve a surpresa de encontrar um exemplar do livro Mensagem e um recado do misterioso poeta, justificando que não comparecera porque consultara os astros e, segundo o seu horóscopo, "os dois não eram para se encontrar". Realmente, não se encontraram nem houve muito mais oportunidades para tal, pois no ano seguinte Fernando Pessoa faleceu.
  • Pessoa media 1,73 m de altura, de acordo com o seu Bilhete de Identidade.
  • O assento de óbito de Pessoa indica como causa da morte "bloqueio intestinal".
  • A Universidade Fernando Pessoa (UFP), com sede no Porto, foi criada em homenagem ao poeta.
  • Fernando Pessoa é o primeiro português a figurar na Pleiade (Collection Bibliothèque de la Pléiade), prestigiada coleção francesa de grandes nomes da literatura.
  • Ofélia Queiroz, a sua namorada, criou um heterónimo para Fernando Pessoa: Ferdinand Personne. "Ferdinand" é o equivalente a "Fernando" em alguns idiomas e "Personne" significa "Pessoa" em francês, mas também "ninguém", residindo a curiosidade deste semi-trocadilho (possível unicamente em francês) no facto de Fernando, por criar outras personalidades, não ter um eu definido, não ser uma "Pessoa" definida, não ser "Ninguém".
  • Em Os Mal-Amados (2008), Fernando Dacosta relata uma conversa com Agostinho da Silva, que conhecera pessoalmente Fernando Pessoa em Dezembro de 1934. O poeta confidenciara-lhe, acabrunhado, que estava muito arrependido por ter escrito as cartas de amor a Ofélia. "Fizera-o movido pela sua irremediável fantasia heteronímica" (pg. 358), para saber como seria o romance entre um vulgar empregado de escritório e uma sua colega de trabalho, carente de afeto. Disfrutou o jogo durante algum tempo, mas, quando se apercebeu da monstruosidade da coisa, pôs fim ao romance fictício, para não fazer sofrer uma mulher real e apaixonada.
  • O cantor brasileiro Caetano Veloso compôs a canção "Língua", em que existe um trecho inspirado num artigo de Fernando sobre o tema "A minha pátria é a língua portuguesa". O trecho é: A língua é minha Pátria / E eu não tenho Pátria: tenho mátria / Eu quero frátria. Já o compositor Tom Jobim transformou o poema O Tejo é mais Belo em música. Identicamente, Vitor Ramil, cuja música "Noite de São João" tem como letra a poesia de Alberto Caeiro. A cantora Dulce Pontes musicalizou o poema O Infante. O grupo Secos e Molhados musicalizou a poesia "Não, não digas nada". Os portugueses Moonspell cantam no tema Opium um trecho da obra Opiário de Álvaro de Campos. O cantor Renato Braz traz no seu CD "Outro Quilombo" duas poesias musicadas: "Segue o teu destino", de Ricardo Reis, e "Na ribeira deste rio", de Fernando Pessoa.
  • O jornal Expresso e a empresa Unisys criaram, em 1987, o Prémio Pessoa, concedido anualmente à pessoa ou às pessoas de nacionalidade portuguesa que, durante o ano transcorrido e na sequência de atividade anterior, se tenham distinguido na vida científica, artística ou literária.

FESTA POPULAR - SANTO ANTÓNIO

"MUDAM-SE OS TEMPOS, mudam-se as vontades", Camões

UM SONETO GRÁFICO

UMA DEFINIÇÃO DE AMOR



                                                                         Camões

Ao desconcerto do Mundo

 
 
Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.

                  Luís de Camões

Dia 10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.

Mirrors of my Soul

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE - EXPOSIÇÃO na BIBLIOTECA ESCOLAR

"Temos que assegurar o equilíbrio de todas as coisas. Deixar espaço e abrigo para as aves. Repor os rios no lugar dos rios. Conservar a atmosfera respirável.
Replantar as árvores no lugar das árvores. Manter condições de vida para os insectos. Manter a água boa para os bichos do mar. Deixar lugar na terra para os bichos da terra.
            Visita à Exposição Desenvolvida pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas, em articulação com a Biblioteca Escolar.

Estar em equilíbrio com o mundo é usar todas as coisas sem as destruir. É fazer crescer as plantas e os animais com o nosso trabalho, é não haver Homens com fome, é não haver mais razões para guerras e violência, é viver no mundo como em nossa casa e ser capaz de viver a nossa vida como uma Festa."

in O Mundo é a nossa casa (HOME, Yann Arthus)
HOME, o filme da semana. 

O NABO GIGANTE/ O OBNA IGGANET


Um menino de seis anos, enquanto ouvia a história, e porque conhecia o desfecho da mesma, ilustrou o ponto alto deste conto tradicional.

Podemos concluir que a união faz a força e que, muitas vezes, nos falta a força do ser mais pequenino para chegarmos à solução dos nossos problemas. Recordemos a fábula do Leão e o Rato.

A Patrulha Koala e a representação do conto tradicional "O NABO GIGANTE"

O público riu muito. Alguns pais não conheciam este conto! As Koalas distribuiram uma receita de sopa de nabo, até porque a alimentação tradicional não deve perecer!