BEM-ME-QUER

Oficina de escrita



Na Biblioteca Escolar, “demos as mãos” à atividade desenvolvida pela disciplina de EMRC - “levanta-te e atua”, no âmbito do Dia internacional para a erradicação da pobreza (Dia 17 de outubro).

Os nossos alunos mais sensíveis à causa registaram as suas opiniões. Essas inspiraram o pequeno texto que se pode ler com o título:

“Bem -me -quer!”

Muitos são os meninos que dariam as roupas que não lhes servem, os alimentos excedentários, os livros que já leram, os brinquedos, quase novos, com que brincaram.

Muitos outros julgam ser capazes de um dia ajudar a construir “abrigo” para os desalojados e escolas para todas as crianças do Mundo.

Mas que poderei eu fazer “agora”, neste momento?

Se conheceres alguém, que viva próximo de ti, que precise da tua ajuda - “Levanta-te e atua!”. Precisamos de ser solidários. Se a Pobreza acabar, o mundo melhora (Catarina, 6ºE).

Além da Catarina e da Bruna do 6ºE, houve outras participações nesta Oficina de escrita, a saber: a Isabel e a Margarida do 5ºA; o João, o Tiago e a Lara do 5ºB; a Bruna, a Vânia, Diogo e Francisco do 5ºC; a Daniela do 5ºD; a Mariana, a Daniela e a Inês do 6ºD; a Catarina e o Hélder do 6ºF; o Alexandre do 7ºB; o Alexandre do 7ºC; a Joana, o Hélder, a Carina, a Francisca e a Catarina do 8ºC; o 9ºD e o 7ºD.

ADIVINHAS SABOROSAS E DIVINAS!


Qual é a coisa,
 qual é ela,
que tem camisa e casaco
sem remendo nem buraco,
estoira como um foguete
se alguém no lume a mete?

Alto cavaleiro
Quando lhe dá a risa
Cai-lhe o dinheiro?


Qual é a coisa, qual é ela,
Que é macho e dá fêmeas?



O meu fruto é mais doce,
Que o milho fabricado.
Todos o comem com gosto
Cru, cozido ou assado?



(_________________)

Consumo Sustentável


Pegada Ecológica

      No dia 28 de outubro, pelas 21 horas, a Biblioteca escolar e a Eco escolas promoveram, com a colaboração da Engª Ana Cristina Costa da CMB, uma ação de sensibilização para o consumo sustentável.  
      O convite foi dirigido a toda a comunidade educativa, que não se fez representar tanto quanto o deveria ter feito. Ora o sucedido leva-nos a concluir que estamos perante uma comunidade educativa suficientemente esclarecida quanto aos problemas económicos, que nos bateram à porta, e quanto aos problemas ambientais que andam por aí a fazer estragos, sem que tenhamos tempo de agir de modo consciente e esclarecido.
       Quem esteve presente saiu enriquecido em conhecimentos, portanto mais preparado para agir, quer em defesa de si próprio, quer em defesa dos outros, pois adquiriu formas inovadoras de reduzir às despesas e refletiu, conjuntamente, sobre a importância de pouparmos o ambiente.
        

AS BRUXAS VÊM AÍ, MAIS UMA VEZ!

Clica na Imagem e JOGA





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Saturday, 29th October
Pumpkins contest
 Decorate your pumpkin and bring it to school. Show everyone how scary your pumpkin is!

HALLOWEEN


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Quando é?
O Dia das bruxas comemora-se na noite de 31 de outubro para 1 de novembro.

Qual a origem?
Tem origem numa celebração do povo celta, que habitou a Irlanda, entre os anos 600 a.C. e 800 d.C.
No século XIX, os imigrantes irlandeses levaram este festejo para os EUA.

Por que razão se chama dia das Bruxas?
Este nome só existe nos países em que se fala português. Em inglês, chama-se Halloween, que quer dizer noite sagrada, pois é véspera do dia dos mortos ou Dia de todos os santos (1 de novembro). A relação com as bruxas nasceu durante a Idade média, quando estas começaram a ser condenadas à fogueira pela Igreja católica.

Qual a origem da abóbora-lanterna?
Nasceu de uma tradição americana, ligada ao período das colheitas agrícolas.

Sandra Longras e Inês Pereira

        As artistas juntaram-se numa obra original. Este encontro de talentos proporcionou-nos um momento especial e único com a ex-professora, Sandra Longras, artista plástica de nome internacionalizado, e a ex-aluna, Inês Pereira, que trilha caminho no mundo das artes.
       A Inês Pereira e a guitarra tornam-se amigas inseparáveis e a escrita acontece através da sua mão sábia.   
      Os alunos dos 2º e 3º ciclos desta escola escutaram atentos todas as palavras da Inês, como atentos estiveram perantes as palavras da artista plástica, acerca da razão de ser de cada ilustração na obra escrita, feita e-book. 
       As imagens que se seguem ilustram bem o momento sentido e vivido: um encontro marcado com dois talentos.

- A Inês e a Viola Clássica!

                                     Sandra Longras apresenta as ilustrações da obra da Inês.                       
  

Na parte final da cerimónia, a  Drª Célia Simões,  diretora do Agrupamento de Escolas de Celeirós, agradece, à Inês e à artista plástica, Sandra Longras, as suas presenças.
        

8 Memórias de um Tempo -autora Inês Pereira


Dia nacional da biblioteca escolar

Dia 24 de outubro de 2011
Biblioteca escolar- Saber, um poder para a vida.
O professor António Manuel Castanheira trouxe a viola cheia de histórias que se misturaram com a música.
No dia 24 de outubro, pelas 11 horas, a Biblioteca escolar contou com a presença do professor António Manuel Castanheira para animar, com histórias cantadas, o Dia nacional da biblioteca escolar.

O 1ºano da EB1 da Cruz esteve muito atento; riu e bateu palmas.

Tomas Tranströmer, Nobel da Literatura


Tomas Tranströmer, poeta do realismo íntimo
     Estocolmo - O sueco Tomas Tranströmer, 80 anos, ganhou nesta quinta-feira o Prémio Nobel de Literatura, mas já era o poeta escandinavo vivo mais conhecido no mundo com uma obra que explora as relações entre a intimidade e o mundo ao nosso redor.


     Psicólogo de formação, ele sugere que a análise poética da natureza permite nadar nas profundezas da identidade humana e em sua dimensão espiritual.
     "A existência de um ser humano não acaba aqui onde seus dedos terminam", declarou um crítico sueco a respeito dos poemas de Tranströmer, descritos como "preces laicas".
      O renome de Tranströmer no mundo de língua inglesa se deve muito a sua amizade com o poeta americano Robert Bly, que traduziu para o inglês boa parte de sua obra. Posteriormente traduzida para quase 50 idiomas.
      Os poemas de Tomas Tranströmer são ricos em metáforas e imagens. Eles ilustram cenas simples tiradas da vida quotidiana e da natureza.
      Seu estilo introspetivo, descrito pela revista Publishers Weekly como "místico, versátil e triste", confronta a própria vida do poeta, engajado na luta por um mundo melhor não somente através dos poemas.
      Nascido no dia 15 de abril de 1931 em Estocolmo, Tomas Tranströmer foi educado por sua mãe após o abandono, muito cedo, de seu pai.
      Obteve o seu diploma de Psicologia em 1956, trabalhou no Instituto Psicotécnico da Universidade de Estocolmo, antes de se ocupar em 1960 de jovens delinquentes num instituto especializado.
     Durante a criação da sua rica obra poética, cuidou de deficientes, condenados e dependentes químicos.
     Aos 23 anos, enquanto ainda estudava Psicologia, publicou o seu primeiro livro intitulado "17 poemas", pela maior editora sueca, Bonniers, com a qual permaneceu ligado durante toda a sua carreira.
    Para a editora, a poesia de Trantrömer é "uma análise permanente do enigma da identidade individual frente à diversidade labiríntica do mundo".
http://ler.blogs.sapo.pt/817892.html

Outubro-mês internacional das bibliotecas escolares

Na Oficina de escrita, dá a tua opinião...

     Decorre na Biblioteca escolar, paralelamente à atividade "Levanta-te e atua!" da disciplina de EMRC, que comemora O dia internacional da erradicação da pobreza, dia 17 de outubro, uma Oficina de escrita, onde todos os alunos poderão deixar opiniões e sugestões concretas para ajudarmos a erradicar a pobreza.

"Se o céu vos atira uma tâmara, abri a boca!" ( provérbio chinês)

As Artes e a Língua Portuguesa


Com o intuito de comemorar o Mês internacional da biblioteca escolar, a equipa da biblioteca do AECeleirós lança "mãos" todos os anos ao engenho e arte de alunos e professores da área das artes visuais e tecnológicas, o que permite articular, inclusivamente, com a BE e com a Língua Portuguesa.

Um Livro, Um Amigo

Valter Hugo Mãe


Brevemente, na nossa Biblioteca!

Esta é a história de Crisóstomo que, chegando aos quarenta anos, lida com a tristeza de não ter tido um filho. Do sonho de encontrar uma criança que o prolongue e de outros inesperados encontros, nasce uma família inventada, mas tão pura e fundamental como qualquer outra.
As histórias do Crisóstomo e do Camilo, da Isaura do Antonino e da Matilde mostram que para se ser feliz é preciso aceitar ser o que se pode, nunca deixando contudo de acreditar que é possível estar e ser sempre melhor. As suas vidas ilustram igualmente que o amor, sendo uma pacificação com a nossa natureza, tem o poder de a transformar.
Tocando em temas tão basilares à vida humana como o amor, a paternidade e a família, O filho de mil homens exibe, como sempre, a apurada sensibilidade e o esplendor criativo de Valter Hugo Mãe.