Prémio Escola na Europa 2011/2012



À conversa com o Eurodeputado



José Manuel Fernandes

A visita do Eurodeputado José Manuel Fernandes, à nossa escola, esteve relacionada com o projeto desenvolvido com alguns alunos das turmas 8ºA e B e 9ºC e D, aquando do Concurso “Prémio Escola na Europa”.
O Eurodeputado travou um diálogo franco com os alunos presentes, salientando a importância da União Europeia, enquanto coesão necessária na resolução de problemas económicos, financeiros, ambientais, sociais e políticos.

Os alunos expuseram as suas dúvidas sobre o futuro profissional. A estas, o Sr. Eurodeputado respondeu, explicando que é necessário haver mobilidade dentro da Europa e que os meios de comunicação encurtam distâncias, aproximam as pessoas, isto é, eliminam barreiras temporais e espaciais.

Aluno do 8ºano

Hoje, além de sermos portugueses também somos cidadãos europeus: uma vantagem que deverá ser repensada; esta vantagem contempla os fundos financeiros europeus disponíveis a aplicar de um modo racional e em projetos que visem a criação de emprego, o crescimento económico das empresas e das associações, porque é urgente sermos um país com sustentabilidade económica.

(Atividade desenvolvida em articulação direta com a Biblioteca escolar)



                                                                                A coordenadora do projeto: Fátima Morais

LÊ MAIS.


Nos momentos de lazer, vou LER +, por isso requisito livros durante as férias grandes.

EXPOSIÇÃO alusiva às danças e à música...


Estes vestidos representam um tempo, uma época, um estilo, uma tendência: a moda com o "rodar" dos anos.
Nesta exposição, patente na Biblioteca escolar, podemos observar um belíssimo trabalho realizado entre pais e alunos, a partir dos conhecimentos adquiridos nas aulas de música, do 3º ciclo.
Algumas peças expostas falam-nos de tempos que datam da antiga Grécia.

VISITA esta exposição até dia 29 de junho.

MARATONA da LEITURA


Alunos do 4º ano visitam a BE e participam na atividade "Maratona da Leitura".


Um trabalho de grupo bem sucedido.


Beethoven

O génio da música

Estava um silêncio fora do habitual no pátio das galinhas e Cecily Fischer, a irmã do padeiro, olhou à sua volta desconfiada. Nesse momento, as galinhas começaram a cacarejar de medo. Cecily atravessou depressa o terreiro e escancarou a porta do galinheiro.

— Ludwig! Ora bem! Agora sei quem é que tem andado a roubar-me os ovos!

— Não, não, Menina Fischer — mentiu o rapazinho. — O Kaspar atirou o meu lenço aqui para dentro e eu vim buscá-lo!


 
Ludwig van Beethoven vivia com o seu pai, mãe e os dois irmãos, Kaspar e Nikola, na casa do padeiro, no nº 934 da Rheingasse, em Bona, na Alemanha. Em 1774, era um rapazinho todo enxovalhado, de quatro anos de idade, com cabelo despenteado e unhas sujas. Ludwig ia à escola com os seus irmãos mas detestava as aulas. Estudava Francês, Italiano e Latim, mas tinha notas muito baixas. Na Matemática, era tão fraco na multiplicação que, se tinha de calcular quantos eram três vezes quatro, escrevia três quatros e adicionava-os!

O Kaspar e o Nikola eram muito bons alunos. Mas, quando se tratava de Música, ninguém era tão brilhante aluno como Ludwig! Quando começou a tocar cravo era tão pequeno que tinha de se pôr de pé num banco para chegar ao teclado. Também aprendia a tocar violino. O seu pai, Johann, era cantor. Foi ele quem lhe deu as primeiras lições, mas era muito severo: ao chegar a casa, já tarde na noite, ia tirar Ludwig da cama para praticar. E quando este tentava tocar de memória, o pai ficava muito zangado!

— Que asneirolas estúpidas estás para aí a arranhar? — gritava. — Toca pela pauta, caso contrário nunca serás um músico a sério!

Por vezes, quando o pai estava com visitas, Ludwig aproximava-se à socapa do cravo e tocava alguns acordes. Nessas ocasiões, Johann perdia as estribeiras:

— O que estás aqui a fazer? Vai-te embora se não queres levar um puxão de orelhas!

Mas até mesmo o seu mal-humorado pai tinha de admitir que o filho estava a fazer grandes progressos. Em pouco tempo, o rapazinho já andava a aprender a tocar viola e órgão. E já era muito melhor músico do que ele! Quando fez sete anos, o pai decidiu que era chegada a altura de Ludwig dar o seu primeiro concerto. Ouvira contar como, alguns anos antes, Leopold Mozart tinha levado em digressão Wolfgang, o seu filho genial, que tinha dado uma série de concertos.

— Ludwig também há de ganhar dinheiro! — disse ele.

O concerto realizou-se em 26 de Março de 1778. Todos os anúncios diziam que o rapaz tinha apenas seis anos de idade. Johann mentiu quanto à idade do filho para que as pessoas pensassem que Ludwig era tão esperto como Wolfgang Mozart.

Johann estava a fazer um buraco num ovo! Ludwig fez uma careta de nojo enquanto observava o pai a sorver o ovo cru e depois comer duas ameixas secas!

— Vai cantar hoje à noite — pensou Ludwig.

O seu pai comia sempre ovo cru e ameixas secas antes de cantar.

— Dá-me frescura à voz! — dizia ao seu jovem filho.

Quando começou a crescer, Ludwig apercebeu-se de que quase toda a gente que ele conhecia estava ao serviço do Arcebispo de Colónia. A vida no palácio do Arcebispo era muito faustosa, porque o Arcebispo era uma pessoa importante. Foi um dos poucos “Eleitores” que escolheram um novo imperador quando morreu o velho. Adorava boa comida, a caça e a música. O Eleitor tinha a sua própria orquestra. O avô de Ludwig tinha sido o seu kappelmeister — mestre de capela — o chefe dos músicos da corte. O sonho de Johann era que Ludwig viesse também a ser kappelmeister.

Quando Ludwig tinha dez anos, Christian Gittlob Neefe passou a ser o novo organista do Eleitor. Este óptimo músico apercebeu-se de que Ludwig era um génio com necessidade de um professor calmo e compreensivo que o animasse a compor. O senhor Neefe não tardou a declarar que o rapaz era “um jovem génio de talento muitíssimo promissor. Certamente tornar-se-á um outro Wolfgang Mozart se continuar como começou!”. E assim o Senhor Neefe nomeou Ludwig seu organista assistente.

— É altura de ir para o andar de cima, Mamã!

Os meninos estavam todos excitados. Era o aniversário da mãe e todos os anos o celebravam com um concerto. Enquanto a Mãe estava a descansar, punham uma cadeira especial debaixo de um dossel e decoravam-na com folhas e flores. Por volta das dez horas estava toda a gente pronta e os músicos começavam a afinar os seus instrumentos.

— Já aí vem! Todos calados!

A Mãe desceu as escadas. Estava linda. Johann conduziu-a à sua cadeira especial. Os músicos começaram a tocar e o som da música maravilhosa espalhava-se pela vizinhança. Após o concerto, comeram e beberam. Depois, todos tiraram os sapatos e dançaram em meias, para não incomodar os vizinhos que estavam a dormir.

Ludwig estava sentado à janela do seu quarto, que dava para o terreiro. À sua frente encontravam-se os manuscritos das suas primeiras composições musicais importantes. Eram três sonatas para cravo. Tinha-as trabalhado durante várias semanas, reescrevendo longas passagens até finalmente se dar por satisfeito. Escreveu a dedicatória: A Sua Eminência o Arcebispo Eleitor de Colónia, meu gracioso Soberano, composto por Ludwig van Beethoven, aos onze anos de idade.

— Tragam-me a lista de todos os músicos da minha orquestra!

Em 1784, havia um novo Eleitor em Bona. O Arquiduque Maximiliano era irmão do Imperador. Era um homem muito gordo que gostava de boa comida e de boa música.

— O que é isto? Johann van Beethoven tem uma voz já muito gasta! Dizes que o seu filho Ludwig é ainda jovem, mas muito capaz. Toca órgão, é? Estou desejoso de o ouvir a tocar!


Ludwig já não andava todo enxovalhado! Agora que era músico da corte, tinha de parecer muito arranjado e limpo. Usava uma casaca elegante, calções pelos joelhos, meias de seda, sapatos com laçarotes e um colete bordado com bolsos, que apertava com cordão de oiro genuíno. Tinha o cabelo aos caracóis dos lados e rabo-de-cavalo atrás. Até tinha uma espada num cinto de prata, que usava em ocasiões especiais.

Aos 16 anos, o Senhor Neefe decidiu que ele iria estudar com Mozart em Viena. Após uma longa viagem, Ludwig Beethoven chegou a Viena em 7 de Abril de 1787. Alguns dias mais tarde encontrou-se com Mozart, que o convidou a tocar. Ludwig sentou-se ao cravo e tocou maravilhosamente. Mas Mozart não parecia muito impressionado.

— Bom, preparou bem essa peça — disse, num tom bastante frio.

— Posso fazer muito melhor do que isto! — gritou Ludwig.— Dê-me uma melodia e mostrar-lhe-ei o que posso fazer com ela!

Os dedos de Ludwig voavam sobre o teclado. Estava a tocar para o grande Wolfgang Mozart. Transbordava de inspiração. A melodia simples que Mozart lhe sugerira tornou-se uma obra-prima quando Beethoven a transformou numa composição maravilhosa. Mozart estava enlevado. Por fim, foi ter com uns amigos que estavam na sala ao lado.

— Aquele é Ludwig van Beethoven — disse. — Um dia, todo o mundo falará dele.

Ludwig van Beethoven tornou-se um dos compositores mais importantes de todo o mundo. Compôs mais de 600 peças, incluindo 9 sinfonias, cinco concertos para piano, um concerto para violino, uma ópera, 32 sonatas para piano e muitos quartetos de cordas, trios e obras de música coral. Mas Beethoven compôs muitas destas obras-primas depois de ficar surdo. Entre as suas composições encontram-se a “Sonata ao Luar”, a Sinfonia “Pastoral” (nº6) e o “Hino da Alegria”, da sua Sinfonia nº 9.



Ludwig van Beethoven morreu em 1827.


Ann Rachlin; Susan Hellard


Beethoven


Porto, Campo das Letras, 1997


(Adaptação)

"O galo canta e a galinha cacareja"

Trabalho dos alunos de 5º e 6º anos na disciplina de E.V.T.

PLANETA COR DE ÁGUA

EXPOSIÇÃO

A exposição, intitulada "Planeta cor de água", está patente há longos dias consecutivos na Biblioteca escolar, tendo sido promovida pelo grupo disciplinar de Ciências Naturais e da Natureza.
As visitas, à exposição, têm sido acompanhadas pelos docentes e os alunos têm de responder a um questionário muito interessante, que os leva a observar, com muita atenção, quer as imagens (texto icónico), quer a leitura dos textos escritos (ou linguísticos).
Os alunos vão usufruindo das informações/ conhecimentos que esta exposição lhes faculta, no acesso a um domínio/ controlo mais eficaz acerca de um bem essencial à vida de todos os seres vivos.

EXPOSIÇÃO

DIA DA UNIÃO EUROPEIA - 9 de maio.

       Quantos professores encontras nesta imagem?

Este dia comemorativo, festivo, lúdico e multicultural, juntou, frente à escola sede, alunos e professores para assistirem ao içar das bandeiras: a europeia e a portuguesa, momento em que foram cantados os hinos europeu e português.

Na Biblioteca escolar, decorreu uma palestra  sobre a importância de existir uma unidade entre os 27 países da Europa e sobre a forma diplomática como resolvem os problemas, que em outros tempos gerariam uma guerra.

Os crepes foram um sucesso...
 Neste espaço, também esteve patente uma exposição com trabalhos dos alunos.

Dia da Árvore

A  árvore
(Resumo do conto de Sophia de Mello B. Andersen)
Sophia
        Numa das ilhas do arquipélago do Japão, existia uma árvore enorme. Nas tardes de verão, as pessoas iam para a sua sombra sentir a brisa fresca que a rodeava.
         Com o passar do tempo, a árvore, que era tão grande, já não cabia naquela ilha, por isso os habitantes reuniram-se para resolver aquele problema, chegaram à conclusão que era necessário cortá-la.
        A bela árvore teria de ser cortada! Os habitantes ficaram muito tristes.
        A madeira das hastes da árvore foi distribuída por todos os habitantes da ilha, para ficarem com uma pequena recordação, ao construírem ou ao mandarem construir pequenos objetos.
        Pouco tempo após, a notícia espalhou-se e, à ilha, chegaram viajantes que queriam a madeira da árvore para construir barcos, mas aquela gente não aceitou.


   O Barco 
         
        Eles resolveram construir um grande barco que os tornou ricos, porque se tornaram comerciantes.
        A árvore deu-lhes muitas riquezas e os habitantes daquela ilha souberam aproveitá-las.

Nome: Mariana Neves, nº13, 6ºG (Língua Portuguesa)